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The Top of the Poppi
Publicado 9 de agosto de 2010 r Sex , Sketchbook , Watercolor Deixar um ComentárioMais duas putariazinhas.
O desenho em grafite não saiu do rascunho. Achei que não iria ficar bom.
Já faz tempo, eu sei. Sofri muito pra fazer e realizei que não devo mais ficar tanto tempo sem pintar. Estava perdendo a mão.
Ademais, acho que tive uma boa idéia e este será o nome(título do post). Ainda estou na fase de sentir vergonha de ouvir minha própria voz gravada. É muito esquisito sempre achar sua voz bonitinha ma de repente quando escuta a si mesmo gravado parece alguém tentando imitar o Pato Donald.
Desenho antigo.
Foi a época em que combinei com a @PilhaZ que não ia cortar o cabelo. Foram acho que quase 6 meses aguentando o black power. Ai comecei a namorar com a falecida e ela me obrigou a cortar. Sei lá porque estou falando isso. Se tu és fã de Bob 60-75 Dylan, já entendeu.
Beijo e me liga. Não, você não.
Quadrinistas que não produzem – 1 membro
Publicado 27 de maio de 2010 r Comix , Sketchbook Deixar um ComentárioTambém não foi a melhor arte que vi. Afinal de contas falamos de um canadense que quis fazer seu trabalho em linguagem de mangá.Não que ele fosse competente o suficiente para isso. Longe disso. Ele teve um bom cuidado com as retículas e detalhes em alguns lugares. Especialmente falando nas roupas da Ramona, o que parece ser sua personificação da namorada perfeita: a super-namorada americana ninja. O que convenhamos, pode ser a de muita gente TAMBÉM. Mas esta foi de longe a leitura longa mais divertida que li em 2010. De ter que parar de ler pra poder rir.
Talvez os desenhos afastem algumas pessoas, mas devemos lembrar que trata-se de leitura de humor ADULTA, com referências da cultura pop, música, quadrinhos, videogames e sexo. As conversas fúteis e as partes de ação são bem divididas, sem atrapalhar quem não gosta de uma ou de outra. A linguagem mangá serve como auxílio para dar os timings das piadas já que nas cenas de ação O’malley nem se preocupa com ela. Na verdade o que entendi é que as cenas de luta servem mesmo como piada, fazendo jovens completamente normais lutarem como nos videogames. Enfim, em uma época onde estamos tentando mostrar nosso lugar nos quadrinhos, devemos ter muito cuidado com o rumo que vamos tomar. Quadrinhos adultos, sérios, românticos ou até poéticos são muito legais, concordo. São minhas leituras preferidas ultimamente, mas ao mesmo tempo os quadrinhos de humor “mainstream” estão em uma época muito BUNDONA, conforme observado por Allan Sieber.
Tem dias que acordo querendo ler coisas engraçadas. Nada muito profundo. Escrotas de vez em quando. Nos momentos de desespero sempre tenho os antigos livros do Woody Allen, mas Scott Pilgrim me fez rir muito. E fico feliz que esta seja apenas as duas primeiras partes de uma história que é bem LONGA.
Que bom.



















