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Sketchbook – Ninaserver

Mais rascunhos

Rascunhos diversos

The Top of the Poppi

Mais duas putariazinhas.
O desenho em grafite não saiu do rascunho. Achei que não iria ficar bom.
Já faz tempo, eu sei. Sofri muito pra fazer e realizei que não devo mais ficar tanto tempo sem pintar. Estava perdendo a mão.

Ademais, acho que tive uma boa idéia e este será o nome(título do post). Ainda estou na fase de sentir vergonha de ouvir minha própria voz gravada. É muito esquisito sempre achar sua voz bonitinha ma de repente quando escuta a si mesmo gravado parece alguém tentando imitar o Pato Donald.

Enfim, logo estará pronto. Ansiedade acaba de entrar.

Giz de cera

Sujando mais papel, mas agora com pastel oleoso.

Como se sente?

Mais dois do caderno de rascunhos enquanto busco ânimo no fundo de minh’alma pra voltar a pintar direito.

Um dos milhares de Bob Dylan’s que desenhei e um de observação durante a chuva de ontem. Tive que correr e só tinha a mão um pastel seco pra abrir luz, por isso ficou uma merda.

Enfim, até.

Papel sujo

Não me sinto bem. Não sinto vontade nem consigo me concentrar pra desenhar algo.
Não é uma boa época. Sei lá.

Retrospectiva 2008

Desenho antigo.

Foi a época em que combinei com a @PilhaZ que não ia cortar o cabelo. Foram acho que quase 6 meses aguentando o black power. Ai comecei a namorar com a falecida e ela me obrigou a cortar. Sei lá porque estou falando isso. Se tu és fã de Bob 60-75 Dylan, já entendeu.

Beijo e me liga. Não, você não.

Quadrinistas que não produzem – 1 membro

Alguns quadrinhos de humor (?) que nunca terminei ou que nunca saíram do rascunho.
Algumas vezes tentei seguir o fluxo de consciência, deixar a história sair enquanto desenhava, sem planejar NADA, só tendo uma VAGA idéia sobre o quê queria falar. Algumas vezes saiu, outras me perdia e abandonava a história. Outras vezes saía íntimo demais ou constrangedor demais e abandonava também.
Mas não é pra isso mesmo que serve esse blog? Pra despejar meus trabalhos que nunca chegarão às mãos de ninguém? Então toma aí o presunto.
Com esse lance de “Dia da Toalha”, acabei lembrando que anos atrás escrevi uma sátira (sátira… uma versão genérica, isso sim) do Guia do Mochileiro. Se chamava “O Guia do Maconheiro das Galáxias”. Era mais um conjunto de piadas internas que eu tinha com mais três pessoas que nem tenho mais contato. O desenho abaixo era como eu imaginava os personagens da história. E eles eram na verdade nós mesmos.
Como tenho vergonha demais desse “livro”, segue um único trecho que, se você leu o Guia do Mochileiro, vai reconhecer:
“O quarto, último e mais importante motivo, é a sua capa plástica. Ela é preta, lisa, com o logotipo da Editora Mesa bem pequeno em relevo na parte inferior e, escrito em grandes letras amigáveis e garrafais na frente da capa, a frase Sujô, os ómi! Disfarça, disfarça!
Como eu disse. O que era constrangedor demais eu abandonei. É a vida.
“Life… Don’t talk to me about life…” – Marvin

Scott Pilgrim vs. O Mundo

Definitivamente não foi a melhor leitura do ano. Sei disso.

Também não foi a melhor arte que vi. Afinal de contas falamos de um canadense que quis fazer seu trabalho em linguagem de mangá.Não que ele fosse competente o suficiente para isso. Longe disso. Ele teve um bom cuidado com as retículas e detalhes em alguns lugares. Especialmente falando nas roupas da Ramona, o que parece ser sua personificação da namorada perfeita: a super-namorada americana ninja. O que convenhamos, pode ser a de muita gente TAMBÉM. Mas esta foi de longe a leitura longa mais divertida que li em 2010. De ter que parar de ler pra poder rir.

Talvez os desenhos afastem algumas pessoas, mas devemos lembrar que trata-se de leitura de humor ADULTA, com referências da cultura pop, música, quadrinhos, videogames e sexo. As conversas fúteis e as partes de ação são bem divididas, sem atrapalhar quem não gosta de uma ou de outra. A linguagem mangá serve como auxílio para dar os timings das piadas já que nas cenas de ação O’malley nem se preocupa com ela. Na verdade o que entendi é que as cenas de luta servem mesmo como piada, fazendo jovens completamente normais lutarem como nos videogames. Enfim, em uma época onde estamos tentando mostrar nosso lugar nos quadrinhos, devemos ter muito cuidado com o rumo que vamos tomar. Quadrinhos adultos, sérios, românticos ou até poéticos são muito legais, concordo. São minhas leituras preferidas ultimamente, mas ao mesmo tempo os quadrinhos de humor “mainstream” estão em uma época muito BUNDONA, conforme observado por Allan Sieber.

Tem dias que acordo querendo ler coisas engraçadas. Nada muito profundo. Escrotas de vez em quando. Nos momentos de desespero sempre tenho os antigos livros do Woody Allen, mas Scott Pilgrim me fez rir muito. E fico feliz que esta seja apenas as duas primeiras partes de uma história que é bem LONGA.

Que bom.

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